«Os Dj's são poderosos! Quer queiram, quer não, os Dj's têm o poder de mudar as pessoas. É falar sem palavras!»
16 maio 2008
14 maio 2008
22 janeiro 2008
20 dezembro 2007
22 novembro 2007

O filme “Control”, sobre a vida de Ian Curtis, vocalista dos Joy Division, realizado por Anton Corbij, conhecido fotógrafo e realizador de vídeos de nomes como Depeche Mode e U2. Conta com uma banda sonora fantástica e excelentes interpretações de todos os actores, destaque para o desempenho extraordinário de Sam Riley no papel de Ian Curtis, que curiosamente também entrou no filme 24 hours party people.
O filme a preto e branco é uma adaptação do livro "Touching From A Distance" de Deborah Curtis, a víuva do cantor.
A história gira em torno das relações pessoais de Ian Curtis com a esposa Deborah Curtis, a descoberta da epilepsia, o nascimento da filha Natalie, o relacionamento extra-conjugal com a belga Annik, tendo como pano de fundo a ascensão da banda, até ao suicídio de Ian Curtis, em 18 de Maio de 1980, véspera da viagem para a primeira digressão nos Estados Unidos.
É um filme à altura de Ian Curtis e dos Joy Division, sem dúvida.
"A morte cria o mito, mas é a vida que o consubstancia."
22 outubro 2007
17 junho 2007

ZOO CLUB - Summer 2007
30 (Sab) – Roger Sanchez (Open party)
Julho
03 (Ter) – Rene Amesz
05 (Qui) – Fedde le Grand
10 (Ter) – Defected in the House – Copyright
12 (Qui) – Miss Nine & Kurd Maverick
17 (Ter) – Defected in the House – Dj Spen
18 (Qua) – Botz & Flydrums
19 (Qui) – Chus & Peter Gelderblom
24 (Ter) – Playboy party
26 (Qui) – Sandy Rivera
31 (Ter) – Pete tha Zook
Agosto
07 (Ter) – Rene Amesz
09 (Qui) – Dubfire (Deep Dish)
14 (Ter) – Playboy party – Luís Lopez
16 (Qui) – Chus & Óscar de Rivera
21 (Ter) – Defected in the House – Dennis Ferrer
22 (Qua) – Botz & Flydrums
23 (Qui) – Steve Ângelo
28 (Ter) – Defected in the House – Jamie Lewis
30 (Qui) – Dj Roog (Hardsoul)
Setembro
03 janeiro 2007
É em finais desse ano que Pedro Ayres de Magalhães aborda Rui Pregal da Cunha na discoteca Trumps, em Lisboa, e lhe pergunta se quer ser vocalista de um novo projecto musical. O futuro cantor dos Heróis do Mar era uma boa escolha. As suas frequentes incursões nos lugares da movida lisboeta de 80, o facto de ter participado no projecto musical experimentalista "Colagem Urbana", e a sua recusa em alinhar num Portugal passadista, faziam dele o homem certo para o lugar certo.
No mês de Maio de 1981 arrancam os trabalhos para o primeiro disco dos Heróis do Mar. Já com Rui Pregal da Cunha na voz, Pedro Ayres de Magalhães no baixo, Paulo Pedro Gonçalves na guitarra, António José de Almeida na bateria e Carlos Maria Trindade nos teclados, lançam o seu primeiro single: «Brava Dança dos Heróis/Saudade». Estávamos em Agosto de 1981 e em finais desse ano surgia o primeiro álbum da banda: “Heróis do Mar”. O trabalho é um dos melhores de sempre da pop nacional.
Os cinco amigos fundiam em disco e em palco diversas influências: canção, pop, modernidade, história de Portugal e até as sagas de aventuras japonesas do cinema. No entanto, a utilização de fardas, da bandeira de Portugal e da cruz de Cristo valeram-lhes as primeiras reacções adversas e a conotação com ideais fascistas, por parte da imprensa.
O Portugal de 80 parecia ser ainda de 60. E não compreendia que a banda procurava ser inovadora, mas sem trair um certo imaginário lusitano. Em «Brava Dança», os Heróis do Mar referem que várias pessoas lhes sugeriram que abandonassem aquela imagem inicial e que fizessem uma música mais ‘catchy’. O resultado foi um êxito estrondoso, “Amor”, de 1982. Os portugueses já tinham uma música para dançar nas discotecas.
Seria por volta desta altura que a revista britânica The Face os consideraria a melhor banda da Europa continental. Ainda assim, a transformação de “cartão de visita da modernidade portuguesa” para fenómeno de vendas não seria pacífica entre os fãs. Os êxitos continuaram a surgir em disco: «Cachopa» do álbum “Mãe” (1983), e principalmente os singles «Paixão» (1984) e «Alegria» (1985). Em 1986 surgia o terceiro trabalho dos Heróis, “Macau”. Neste álbum já se começa a notar algum cansaço e falta de ideias, descontando uma excelente canção: «Fado». No ano seguinte, os Heróis do Mar jogariam o seu às de trunfo com o single «O Inventor». A ideia presente neste tema, e em «Eu Quero», do álbum “Heróis do Mar IV”, fazia jus a uma certa forma ‘clean and fun’ de gozar com as pessoas que apelidaram no início a banda de fascista.
Nesta altura, as divergências musicais e pessoais atingiam o auge: Pedro Ayres de Magalhães fundava os Madredeus e António José de Almeida abandonava o grupo. Pouco depois era a vez de Rui Pregal da Cunha e Pedro Paulo Gonçalves iniciarem o projecto LX-90.
Rui Pregal da Cunha, vocalista dos Heróis do Mar faz uma confissão: “Internacionalização? os brasileiros dizem que não nos entendem…”. Parece mentira, o conjunto até teve alguns temas seus a passarem em discotecas do Rio de Janeiro mas os tempos eram outros. Existiam apenas dois canais televisivos e não havia uma indústria musical em Portugal…
O público, que descobre ou redescobre os Heróis do Mar na discoteca Plateau ao som de «Paixão», percebe que o grupo lisboeta foi mais do que uma sensação do momento. A música deles é e continuará a soar actual e fresca.
Era muito saudável para a música pop cantada em português que Pedro Ayres de Magalhães, Rui Pregal da Cunha e restantes companheiros se reagrupassem para fazer um novo disco, uma tournée ou um DVD de um espectáculo ao vivo.
Os fãs da primeira hora rejubilariam e os mais novos ficariam certamente convencidos.
30 agosto 2006

Sábado 2 de Setembro, a legenda do techno Laurent Garnier oferecerá no National Film Theatre em Londres uma única performance de arte visual. O spinner francês criou uma banda sonora especial para acompanhar o clássico do cinema francês “Finis Terrae”, um projecto que considera como um dos maiores desafios da sua carreira musical.
Garnier contou com a ajuda do pianista Benjamin Rippert, que tocou excertos de música clássica por cima da banda sonora depois de ser gravada, para criar um contraste entre o estilo antigo e o contemporâneo.
"Eu quis reportar o filme aos anos 1920’s, mas tem uma sensação moderna incrivel," adiccionou.
O desempenho de Garnier é parte do NFT’s “Noise of Art” mini festival, dirigido por Ben Osborne da revista inglesa DJmag.
Nessa noite, haverá também uma DJ performance por Adam Barry e um showcase ao vivo dos Spektrum.
29 agosto 2006

www.myspace.com/canseidesersexy
26 agosto 2006
Os alemães da editora Studio !K7 continuam a aumentar o seu bem recheado catálogo. A juntar-se a eles está Dani Siciliano com o seu segundo disco que sairá no mês de Setembro intitulado “Slappers”. Neste trabalho com onze temas, Dani , uma das vozes mais apaixonantes e originais da electrónica actual, oferece-nos uma mistura de house, disco, electronica, pop, blues e folk. Nesta nova aventura a artista multifacetada que canta, produz, escreve as suas canções e as toca, voltou a receber a preciosa colaboração do seu inseparável Mathew Herbert. Este novo álbum confirma a Dani Siciliano como uma artista a ter muito em conta.
Tracklist:
01. Slappers
02. Didn't Anybody Tell You
03. They Can Wait
04. Why Can't I Make You High
05. Frozen
06. Too Young
07. Think Twice
08. Big Time
09. Repeats
10. Wifey
11. Be My Producer
15 julho 2006
La segunda fecha de los jueves en Zoo club (Sanxenxo-España), después de recibir a Dj Chus en la primera, tuvo como protagonista a un hombre desconocido por muchos hasta ahora en Galicia y que, sin embargo, es toda una referencia dentro del mundo de la musica electrónica, el nipón Satoshi Tomiie.
La cita de la noche formaba parte de la “Carlsberg World Wide Clubbing 2006” y, para la ocasión, la sala se vistió con los colores de la firma cervecera. Espectacular el buen gusto con que Carlsberg presenta su gira, no demasiado habitual en este tipo de eventos, lo cual se sumó a la nueva decoración de la sala con sus proyecciones en techos y en nuevos rincones que hasta ahora habían pasado desapercibidos por su sobriedad.
Cuando llegamos estaba en cabina el Dj madrileño Danny Serrano, uno de los habituales de la “Carlsberg World Wide Clubbing 2006”. El que fue residente de Space Of Sound Madrid sorprendió con su buen hacer y su juventud a los que no le conocíamos. En un primer momento el ritmo que llevaba quizás era un poco acelerado para la gente que había pero a medida que la pista se fue poblando la conexión que mostró con el público fue destacable. Demostró buenas maneras con la mezcla y que maneja grandes temas como el clásico del progressive house “Luke Chable and Bonicci – Ride” o el housero pero con reminiscencias de trance "Electric Prompt - Beside Me”, tema incluido en muchos de los “tracklist” de los sets de Dj Tiesto en este 2006. Completo el warm up de Danny Serrano, cuyo ritmo se fue adecuando por si mismo al público, a medida que este hacía acto de presencia y llenaba la pista. Para finalizar, “Bob Sinclar – World, Hold On”, la única pega que pondríamos a su set lleno de ritmo.
Llegaba Satoshi en medio de una tremenda e inesperada ovación… El japonés, como era previsible, bajó los Bpm’s de forma muy destacable. Comenzó un set que desarrollaría milimétricamente en cuanto a las mezclas y en cuanto a la cadencia de ritmo, que fue subiendo muy pero que muy poco a poco. Sonó musica house moderna, con reminiscencias del electro y en algunas ocasiones del mínimal. Este recital de musica contemporánea hacía que la gente bailase menos de lo habitual, aunque sus oídos estuvieran verdaderamente sorprendidos por el estilo musical que Satoshi Tomiie estaba demostrando. Pudimos escuchar música completamente underground, de excelente calidad y excelentemente pinchada. Temas desconocidos, a excepción de una versión súper moderna del conocido “Yoshimoto - Do what U Do” que sonó en la primera hora del set. En la segunda hora, la poca expresividad de Satoshi Tomiie dio pasó a unos tímidos gestos de conformidad con lo que veía, expresada a través del ligero cambio de estilo que llevó a cabo, entrando en una fase un poquitín más dura aunque manteniendo siempre la linealidad de los temas y del set. Un set muy agradable de escuchar, que fue acercándose al final con elegancia. Esta elegancia no faltó en los temas finales, un poco más progresivos, aunque marcados por el electro, entre los cuales podríamos destacar el último: “My Blue Car” de Robert Babicz. Extraña la sensación que pareció dejar el japonés en los presentes… Posiblemente un final más fuerte hubiera satisfecho más al público habitual del club pero esto rompería todo el excepcional trabajo previo del maestro japonés. Satoshi Tomiie nos ha contado durante más de tres horas una historia con sus temas y el desarrollo de los mismos!
La salida del fundador de “Saw Records” hacia el aeropuerto no significó el final de la fiesta pues la última hora de la noche tuvo como gran protagonista al Dj residente de la sala, Vito D’Santi, y vaya como mantuvo el tipo… Empezó con un tema remezclado y publicado por Satoshi en “Saw” y que resultó perfecto como apertura de este mini set: “Chab - Lover (Satoshi Tomiie 3D Remix)”; subió un poco de ritmo con temas de corte moderno entre los que intercaló el clásico Der Dritte Raum - Hale Bopp y finalizó con el fantástico “overdrive” en la ya conocida versión del Donna Summer “I feel Love”. Estupendo cierre de fiesta por parte de Vito, posiblemente en su mejor momento personal como DJ. Fotos aqui
Rodrigo Vázquez
06 junho 2006

EU FUI... e valeu a pena. Escolhi o último dia do super festival.
Depois de 3 horas de viagem, entro no parque da Bela Vista cerca das 19.00, muito público já povoava este enorme espaço, o palco principal, imponente, preparava a entrada de Corinne Bailey Rae, o ambiente estava fantástico e de todas as cores, o clima era de Verão, tudo indicava uma noite de festa. Com uma voz formidável, uma postura doce e tranquila, não admira que Corinne Bailey Rae tivesse sido considerada a revelação feminina de 2006, esta inglesa encantou-me desde o primeiro momento.
Terminada a actuaçao de Corinne, dei uma volta pelo recinto, a hora é de morfes, há que repor energias.
VDS



